Aviso n.º 31707/2025, de 31 de Dezembro
Índice (35)
- Artigo 1.º Natureza e objeto
- Artigo 2.º Missão
- Artigo 3.º Princípios
- Artigo 4.º Atribuições
- Artigo 5.º Património
- Artigo 6.º Entidades associadas fundadoras
- Artigo 7.º Organização
- Artigo 8.º Órgãos
- Artigo 9.º Coordenador
- Artigo 10.º Competências de caráter geral
- Artigo 11.º Distribuição de funções
- Artigo 12.º Natureza
- Artigo 13.º Composição
- Artigo 14.º Funcionamento
- Artigo 15.º Natureza
- Artigo 16.º Composição
- Artigo 17.º Competências
- Artigo 18.º Reuniões
- Artigo 19.º Definição da Unidade Técnica Permanente
- Artigo 20.º Competências técnicas
- Artigo 21.º Competências de apoio à coordenação
- Artigo 22.º Competências
- Artigo 23.º Utilizadores
- Artigo 24.º Direitos e deveres dos utilizadores
- Artigo 25.º Serviços Prestados
- Artigo 26.º Serviço de Leitura Presencial
- Artigo 27.º Serviço de Pesquisa e Referência de Informação
- Artigo 28.º Serviço de Empréstimo
- Artigo 29.º Serviço de Empréstimo Interbibliotecas
- Artigo 30.º Serviço de Análise e Tratamento de Informação
- Artigo 31.º Serviço de Aquisições e Difusão de Informação
- Artigo 32.º Serviço de Reprodução
- Artigo 33.º Doações Documentais
- Artigo 34.º Dúvidas e casos omissos
- Artigo 35.º Entrada em vigor
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A expressão exacta Ir para o art.:
Artigo 1.ºNatureza e objeto
Artigo 2.ºMissão
Artigo 3.ºPrincípios
Artigo 4.ºAtribuições
Artigo 5.ºPatrimónio
Artigo 6.ºEntidades associadas fundadoras
Artigo 7.ºOrganização
Artigo 8.ºÓrgãos
Artigo 9.ºCoordenador
Artigo 10.ºCompetências de caráter geral
Artigo 11.ºDistribuição de funções
Artigo 12.ºNatureza
Artigo 13.ºComposição
Artigo 14.ºFuncionamento
Artigo 15.ºNatureza
Artigo 16.ºComposição
Artigo 17.ºCompetências
Artigo 18.ºReuniões
Artigo 19.ºDefinição da Unidade Técnica Permanente
Artigo 20.ºCompetências técnicas
Artigo 21.ºCompetências de apoio à coordenação
Artigo 22.ºCompetências
Artigo 23.ºUtilizadores
Artigo 24.ºDireitos e deveres dos utilizadores
Artigo 25.ºServiços Prestados
Artigo 26.ºServiço de Leitura Presencial
Artigo 27.ºServiço de Pesquisa e Referência de Informação
Artigo 28.ºServiço de Empréstimo
Artigo 29.ºServiço de Empréstimo Interbibliotecas
Artigo 30.ºServiço de Análise e Tratamento de Informação
Artigo 31.ºServiço de Aquisições e Difusão de Informação
Artigo 32.ºServiço de Reprodução
Artigo 33.ºDoações Documentais
Artigo 34.ºDúvidas e casos omissos
Artigo 35.ºEntrada em vigor
Nº de artigos : 35 Ver índice sistemático do diploma Imprimir todo o diploma SUMÁRIO Aprova o Regulamento do Centro Nacional de Inovação Jurídica. _____________________ Aviso n.º 31707/2025/2 Regulamento do Centro Nacional de Inovação Jurídica Isabel Cristina Fernandes Rodrigues Ferreira, Presidente da Câmara Municipal de Bragança, torna público que, a Assembleia Municipal de Bragança, em sessão ordinária de 11 de dezembro de 2025, aprovou, sob proposta da Câmara Municipal, o Regulamento do Centro Nacional de Inovação Jurídica que se publica, na íntegra, nos termos e para os efeitos do disposto no artigo 139.º do Código do Procedimento Administrativo.
Preâmbulo O presente Regulamento tem por finalidade definir a estrutura organizativa, as competências e o modo de funcionamento do Centro Nacional de Inovação Jurídica (doravante abreviadamente designado CNIJ), criado no âmbito de uma parceria institucional entre a Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa (doravante abreviadamente designada FDUL) e o Município de Bragança (doravante abreviadamente designado MB).
O CNIJ tem como missão promover o estudo, a inovação e a divulgação da Ciência Jurídica, especialmente na sua intersecção com as novas tecnologias. Pretende ainda reforçar o acesso ao conhecimento e à Justiça por parte das comunidades académica e profissional, com especial incidência na região de Trás-os-Montes.
Este Regulamento consagra por escrito um conjunto de práticas já consolidadas, formalizando metodologias de funcionamento e princípios de gestão adotados desde a criação do Centro.
A estrutura organizativa adotada é de natureza matricial, favorecendo a articulação entre órgãos, projetos e áreas temáticas. Esta abordagem promove a interdisciplinaridade, a flexibilidade e a cooperação horizontal entre equipas técnicas, docentes e institucionais.
O CNIJ conta, para além dos trabalhadores destacados pelas entidades fundadoras, com a participação ativa de estudantes e docentes universitários, cuja colaboração é essencial para a prossecução dos seus objetivos, no quadro dos protocolos e parcerias institucionais estabelecidos.
Na sua atuação, o CNIJ procurará combater os efeitos do centralismo, promovendo a coesão e a justiça territorial, bem como a valorização dos territórios do interior. A sua intervenção estará enraizada em Bragança e desenvolver-se-á em articulação com as instituições locais e regionais.
Nos termos dos artigos 5.º, 6.º, 10.º e 11.º do Código do Procedimento Administrativo, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 4/2015, de 7 de janeiro, na sua redação atual, dos artigos 13.º e 16.º do Regime Jurídico das Instituições de Ensino Superior, aprovado pela Lei n.º 62/2007, de 10 de setembro, da alínea k) do n.º 1 do artigo 33.º e da alínea g) do n.º 1 do artigo 25.º, ambos do Regime Jurídico das Autarquias Locais, aprovado pela Lei n.º 75/2013, de 12 de setembro, na sua redação atual, e do disposto no artigo 241.º da Constituição da República Portuguesa, é aprovado o presente Regulamento conjunto entre a FDUL e o MB, o qual estabelece o regime aplicável à cooperação no âmbito do projeto “Universidade Fora de Muros”.
CAPÍTULO I
PRINCÍPIOS E DISPOSIÇÕES GERAIS
Artigo 1.ºNatureza e objeto
1 - O presente regulamento define os termos da cooperação institucional entre a FDUL e o MB no âmbito do CNIJ, destinado à sua promoção e execução.
2 - A cooperação entre as partes rege-se por princípios de interesse público, complementaridade de competências e respeito pela autonomia institucional.
3 - O presente regulamento tem natureza procedimental e não interfere na autonomia normativa ou organizativa de nenhuma das entidades subscritoras.
4 - O CNIJ é a estrutura ad hoc da FDUL e do MB, dotado de autonomia científica, cultural, pedagógica e administrativa.
5 - O CNIJ resulta do protocolo instituidor celebrado entre a FDUL e o MB.
Artigo 2.ºMissão
1 - O CNIJ é uma estrutura ad hoc de ensino, investigação e de ciência, baseada na criação, transmissão e valorização do conhecimento e da cultura jurídica na vertente digital, comprometida com o progresso da sociedade.
2 - O CNIJ tem sede em Bragança, na Rua dos Combatentes da Grande Guerra n.º 146, sem prejuízo de nos termos legalmente previstos, poder realizar atividades e dispor de instalações noutros locais.
3 - O CNIJ tem designação, emblema, insígnias e outros símbolos próprios definidos pelos seus órgãos de coordenação e protegidos por lei.
Artigo 3.ºPrincípios
1 - A ação do CNIJ exerce-se num quadro de cooperação institucional entre a FDUL e o MB, nos termos dos Planos de Atividades aprovados pelo Conselho de Gestão.
2 - A organização do CNIJ tem como base o equilíbrio entre a autonomia dos instituidores, a existência de iniciativas transversais e a coordenação da ação dos órgãos de governo das duas instituições.
3 - O CNIJ adota princípios de subsidiariedade e de complementaridade na realização das suas atividades, promovendo uma representação equilibrada entre os instituidores na gestão do Centro e a partilha de recursos e serviços.
4 - O CNIJ fundamenta as suas decisões em práticas de avaliação, interna e externa, e compromete-se a um exercício regular de prestação de contas à sociedade.
Artigo 4.ºAtribuições
O CNIJ tem as atribuições previstas no protocolo instituidor e as necessárias ao pleno exercício da sua missão, em particular:
1 - Promover a aplicação das novas tecnologias ao serviço da Justiça e do Direito, no exercício das profissões judiciárias e jurídicas, envolvendo as instituições do Estado, as Ordens e Associações profissionais, bem como os representantes autárquicos, com especial enfoque na cidade de Bragança e nas comunidades educativa e jurídica da região transmontana;
2 - Divulgar as competências e atividades das instituições judiciárias, das Ordens e Associações profissionais da área jurídica, no âmbito da sua adaptação às tecnologias digitais, da utilização da Inteligência Artificial e de programas de inovação tecnológica orientados para a melhoria dos serviços prestados à sociedade e aos cidadãos;
3 - Refletir em espírito de pluralismo e propor, com contraditório, medidas relativas ao impacto das novas tecnologias digitais nos processos de criação, interpretação e aplicação do Direito, assegurando o respeito pelas instituições democráticas, pelos direitos fundamentais, pelos princípios constitucionais e pelos Direitos Humanos, contribuindo para o seu reforço e efetivação;
4 - Criar e desenvolver uma biblioteca jurídica, em suporte digital e em papel, que sirva a sociedade portuguesa, com destaque para a comunidade bragançana e transmontana, utilizando tecnologias avançadas para o tratamento, catalogação, divulgação e consulta do seu acervo;
5 - Promover a investigação e a divulgação da Ciência Jurídica, designadamente através das seguintes ações:
Artigo 5.ºPatrimónio
1 - O património afeto ao CNIJ é constituído pela universalidade dos direitos e obrigações constituintes das esferas jurídicas no âmbito dos protocolos administrativos celebrados entre a FDUL e o MB.
2 - O CNIJ administra os seus bens do domínio público ou privado, cedidos pelo Estado ou outra pessoa coletiva pública, doados por pessoas singulares nas condições previstas na lei e nos protocolos firmados com essas entidades, constituído para todos os efeitos património do MB.
Artigo 6.ºEntidades associadas fundadoras
1 - São entidades Associadas Fundadoras do CNIJ:
CAPÍTULO II
COMPOSIÇÃO ORGÂNICA E COMPETÊNCIAS
Artigo 7.ºOrganização
1 - O CNIJ, sendo uma estrutura ad hoc não se integra organicamente na FDUL e no MB, embora funcione como uma unidade autónoma de cooperação institucional entre ambas.
2 - Compete à Câmara Municipal de Bragança (doravante abreviadamente designada CMB):
3 - Compete à FDUL:
Artigo 8.ºÓrgãos
1 - São órgãos do CNIJ:
SECÇÃO I
Artigo 9.ºCoordenador
1 - O Coordenador é o órgão unipessoal de direção e representação do CNIJ, designado conjuntamente pela FDUL e pelo MB, para um mandato de 6 (seis) anos, podendo ser renovado uma única vez, por igual período.
Artigo 10.ºCompetências de caráter geral
1 - Compete ao Coordenador:
Artigo 11.ºDistribuição de funções
1 - O Coordenador pode, com a faculdade de delegação de competências, designar por despacho como Coordenador-adjunto até dois membros do Conselho de Gestão.
2 - O Coordenador do CNIJ é apoiado na sua função pela CMB, através de trabalhadores designados pelo Presidente da CMB para o efeito.
3 - Sem prejuízo do protocolo instituidor, compete ao Presidente da CMB a coordenação dos serviços municipais afetos ao CNIJ.
SECÇÃO II CONSELHO DE GESTÃO
Artigo 12.ºNatureza
1 - O Conselho de Gestão é o órgão de gestão administrativa e operacional do CNIJ, e de articulação permanente, entre o Coordenador, a FDUL e o MB.
2 - O Conselho de Gestão tem funções de planeamento, monitorização e avaliação das atividades.
3 - O Conselho de Gestão reúne trimestralmente e em sessões extraordinárias sempre que necessário.
Artigo 13.ºComposição
1 - O Conselho de Gestão é composto pelo Presidente da CMB, pelo Diretor da FDUL, pelo Coordenador do CNIJ e pelo responsável pela área financeira do Município.
2 - O Coordenador pode nomear até duas personalidades de reconhecido mérito na área académica e do Direito para integrar o Conselho de Gestão.
3 - O Presidente da CMB pode nomear até duas personalidades para integrar o Conselho de Gestão.
4 - O Diretor da FDUL pode nomear até duas personalidades para integrar o Conselho de Gestão.
Artigo 14.ºFuncionamento
1 - O Conselho Gestão é composto por cinco a nove membros, os quais serão designados nos termos do artigo 13.º do presente Regulamento.
2 - As atividades do Conselho de Gestão serão coordenadas pelo Coordenador, o qual terá voto de qualidade.
3 - O funcionamento do Conselho de Gestão deverá observar disposições legais aplicáveis e o respetivo regulamento de funcionamento, bem como o que vier a ser definido em conjunto pela CMB e pelo Coordenador do CNIJ.
4 - A adequada segregação de competências em sede de distribuição de cargos de gestão e pelouros deverá ser acautelada para efeitos da prevenção de situações de conflitos de interesse.
5 - Os membros do Conselho de Gestão que, sem justificação por ele aceite, não compareçam a mais de um quinto das respetivas reuniões ocorridas durante um exercício social, faltam definitivamente.
6 - A delegação de poderes no Conselho de Gestão cessará por deliberação do Coordenador ou, automaticamente, quando ocorrer alguma das seguintes situações:
SECÇÃO III CONSELHO ESTRATÉGICO
Artigo 15.ºNatureza
O Conselho Estratégico é o órgão consultivo do CNIJ e de extensão deste à comunidade jurídica.
Artigo 16.ºComposição
1 - Compõem o Conselho Estratégico do CNIJ:
Artigo 17.ºCompetências
Compete ao Conselho Estratégico do CNIJ:
Artigo 18.ºReuniões
O Conselho Estratégico reúne ordinariamente uma vez por ano e, extraordinariamente, por iniciativa do seu Presidente ou por solicitação do Presidente da CMB.
CAPÍTULO III
SERVIÇOS OPERACIONAIS E DE APOIO
Artigo 19.ºDefinição da Unidade Técnica Permanente
A Unidade Técnica Permanente constitui-se como estrutura matricial de apoio técnico-operacional do CNIJ, sendo composta por trabalhadores designados pelo MB e por estudantes, professores e funcionários da FDUL para o desenvolvimento, execução e acompanhamento das atividades inerentes ao funcionamento do CNIJ.
Artigo 20.ºCompetências técnicas
1 - A Unidade Técnica Permanente é uma unidade especializada, responsável pela análise, execução e suporte de atividades de natureza técnica e estratégica, com base em conhecimentos específicos, com vista à eficácia e eficiência das ações desenvolvidas no âmbito do CNIJ.
2 - São competências técnicas da Unidade Técnica Permanente, designadamente:
Artigo 21.ºCompetências de apoio à coordenação
1 - A Unidade Técnica Permanente deve, igualmente, prestar apoio estratégico e operacional à Coordenação do CNIJ, colaborando na gestão e planeamento das atividades.
2 - São competências de apoio à Coordenação da Unidade Técnica Permanente, nomeadamente:
CAPÍTULO IV
BIBLIOTECA
Artigo 22.ºCompetências
1 - Compete à Biblioteca do CNIJ:
Artigo 23.ºUtilizadores
1 - São utilizadores da Biblioteca os Magistrados e funcionários que exerçam funções em Tribunais ou nos serviços do Ministério Público, bem como advogados, solicitadores e outros profissionais da área da Justiça e, ainda, os estudantes universitários e outros interessados que necessitem de aceder aos seus recursos de informação ou obter os seus serviços.
2 - Os utilizadores deverão, sempre que possível, informar previamente os serviços, por correio eletrónico, para o endereço cnij@cm-braganca.pt, das suas necessidades de consulta presencial.
Artigo 24.ºDireitos e deveres dos utilizadores
1 - É dada a possibilidade aos utilizadores da Biblioteca do CNIJ de usufruírem de todos os recursos de informação aí existentes, de acordo com as disposições deste Regulamento.
2 - Dentro dos condicionamentos decorrentes da lei e deste Regulamento, é facultado aos utilizadores reproduzir, por fotocópia ou digitalização ou, ainda, por fotografia, através de equipamentos pessoais, as obras e demais publicações disponíveis para consulta na Biblioteca.
3 - A reprodução de documentos é permitida desde que não prejudique a sua conservação, sendo os custos suportados pelos interessados, de acordo com a Tabela de Taxas e Outras Receitas Municipais em vigor no MB.
4 - Compete a todos os utilizadores da Biblioteca do CNIJ zelar pelos recursos postos à sua disposição, tais como instalações, equipamento e espécies bibliográficas em diferentes suportes, assim como o cumprimento integral das disposições deste Regulamento.
5 - O funcionamento da sala de leitura e o acesso à consulta presencial pressupõem o cumprimento dos seguintes princípios:
6 - O CNIJ não se responsabiliza pelo eventual extravio de bens pessoais dos seus utilizadores.
7 - O utilizador poderá apresentar sugestões ou reclamações aos serviços da Biblioteca, nomeadamente através do correio eletrónico cnij@cm-braganca.pt, as quais serão devidamente apreciadas.
SECÇÃO I SERVIÇOS DA BIBLIOTECA COMPETÊNCIAS E FUNCIONAMENTO
Artigo 25.ºServiços Prestados
1 - A Biblioteca do CNIJ presta os seguintes serviços aos seus utilizadores:
Artigo 26.ºServiço de Leitura Presencial
1 - O Serviço de Leitura Presencial é prestado na sala de leitura da Biblioteca do CNIJ, onde é permitido, para além de consultar as obras disponíveis, estudar e utilizar o computador portátil pessoal.
2 - É de acesso livre e gratuito a consulta de todos os documentos expostos, com exceção dos documentos que se encontram condicionados no seu acesso, devido ao estado de conservação.
3 - O horário da sala de leitura para o atendimento é o seguinte: todos os dias úteis das 9h00 às 12h00 e das 14h00 às 18h00.
4 - A utilização da sala de leitura está limitada ao número de lugares disponíveis.
Artigo 27.ºServiço de Pesquisa e Referência de Informação
1 - Compete ao Serviço de Pesquisa e Referência de Informação apoiar os utilizadores de forma personalizada, satisfazendo os seus pedidos de informações, gerais ou especializados, através de pesquisas nos recursos disponíveis na Biblioteca.
2 - O Serviço de Referência presta orientação e apoio na otimização da consulta direta ao catálogo informatizado disponível on-line, nomeadamente na definição de estratégias de pesquisa visando a recuperação célere e eficaz da informação pretendida.
3 - Os pedidos de informações de referência podem ser solicitados pessoalmente, por telefone para o 273 249 593 ou através do correio eletrónico cnij@cm-braganca.pt.
Artigo 28.ºServiço de Empréstimo
1 - O Serviço de Empréstimo está disponível, no horário de atendimento.
2 - Compete ao Serviço de Empréstimo assegurar aos utilizadores e proceder à gestão e ao controlo dos empréstimos de obras (monografias) do fundo bibliográfico da Biblioteca do CNIJ, através do seu registo no respetivo módulo de empréstimos, associado à base de dados bibliográfica.
3 - Não é permitido o empréstimo de publicações periódicas nem de obras de referência, exceto para consulta dentro das instalações do CNIJ.
4 - O titular do empréstimo é o responsável direto pelas obras emprestadas.
5 - O empréstimo estará sempre condicionado à avaliação da disponibilidade interna da obra, sendo permitido prolongá-lo por um período de 15 dias úteis, até ao máximo de 5 publicações por utilizador.
6 - O utilizador poderá proceder à renovação do empréstimo por um período idêntico, desde que a(s) obra(s) não tenha(m) sido, entretanto, solicitada(s) ou reservada(s) por outro utilizador.
7 - Este pedido de renovação poderá ser realizado de forma presencial, por telefone ou através de correio eletrónico.
8 - A perda ou dano de obra emprestada implica, por parte do utilizador, garantir a sua substituição por entrega à Biblioteca de exemplar idêntico.
Artigo 29.ºServiço de Empréstimo Interbibliotecas
1 - Compete ao Serviço de Empréstimo Interbiliotecas:
2 - O procedimento de empréstimo interbibliotecas inclui:
3 - No caso de empréstimos, compete à Biblioteca do CNIJ acordar com a entidade requisitante a forma de entrega e posterior devolução da obra emprestada.
4 - Terão acesso ao serviço de Empréstimo Interbiliotecas prestado pela Biblioteca do CNIJ apenas as bibliotecas que reciprocamente autorizarem este tipo de empréstimo.
5 - Cada solicitação de Empréstimo Interbiliotecas dirigido à Biblioteca do CNIJ não deverá exceder um máximo de três obras em cada pedido.
6 - O utilizador deverá devolver atempadamente e em bom estado de conservação as obras emprestadas por outras bibliotecas, no âmbito do Empréstimo Interbiliotecas, devendo proceder à reposição de obras eventualmente perdidas ou danificadas, ficando sujeito a eventuais penalizações impostas pela Biblioteca requisitada.
7 - No serviço de Empréstimo Interbiliotecas para o exterior, cabe à entidade requisitante toda a responsabilidade pela devolução atempada e em bom estado de conservação das obras requisitadas à Biblioteca do CNIJ, devendo proceder à sua imediata reposição no caso de extravio ou dano delas.
8 - A entidade requisitante será avisada, na ocasião, das normas internas de funcionamento deste serviço da Biblioteca do CNIJ.
Artigo 30.ºServiço de Análise e Tratamento de Informação
Compete ao Serviço de Análise e Tratamento de Informação:
Artigo 31.ºServiço de Aquisições e Difusão de Informação
Compete ao Serviço de Aquisições e Difusão de Informação:
Artigo 32.ºServiço de Reprodução
1 - Compete ao CNIJ proceder à reprodução por fotocópia ou digitalização da documentação solicitada pelos utilizadores, respeitando a legislação relativa aos direitos de autor e à proibição de reprodução integral de livros e revistas.
2 - Os utilizadores deverão respeitar as indicações de oportunidade e de disponibilidade comunicadas pelos funcionários da Biblioteca.
3 - A Biblioteca do CNIJ reserva-se o direito de não facultar para reprodução as obras que integrem o chamado “Fundo Antigo”, que, pelo seu estado de fragilidade, seja desaconselhado o seu manuseamento para efeitos de reprodução.
4 - Alternativamente, o utilizador poderá solicitar reprodução digital dos documentos pretendidos através de correio eletrónico.
Artigo 33.ºDoações Documentais
1 - A doação de obras e documentos ao CNIJ é uma forma de enriquecimento do seu espólio, que se pretende pertinente, atual e diverso. Não obstante o caráter positivo das doações, estas representam um elevado consumo de espaço, para acomodar os documentos, e de tempo de recursos humanos, alocado ao inerente tratamento documental que lhes está associado.
2 - O processo de doação envolve uma avaliação prévia da proposta de doação. A aceitação da doação está condicionada ao cumprimento de um conjunto de critérios de seleção.
Assim, são critérios gerais para a aceitação das doações documentais:
3 - São critérios específicos de recusa das doações documentais:
4 - Constituem procedimentos a adotar:
CAPÍTULO V
DISPOSIÇÕES FINAIS
Artigo 34.ºDúvidas e casos omissos
1 - As dúvidas ou casos omissos serão resolvidos pelo Presidente da CMB e pelo Diretor da FDUL, ouvido o Coordenador do CNIJ.
2 - O presente Regulamento será revisto sempre que se revele pertinente para uma correta e eficiente aplicação.
Artigo 35.ºEntrada em vigor
O presente regulamento entra em vigor no dia seguinte à sua publicação no Diário da República e nos sites institucionais da FDUL e do MB.
17 de dezembro de 2025. - A Presidente da Câmara Municipal, Isabel Cristina Fernandes Rodrigues Ferreira, Prof. Doutora.
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